Não sei se me condeno
Ou se me elogio
Ou se me enterro!
Não sei se fiz certo
Ou se nem fiz nada
Não sei porque não quero saber!
Tenho deixado muita coisa pra trás
Sem dar a importância que antes eu dava
Isso devia assustar?
Os sorrisos é que me atraem,
Não o drama desnecessário
Nada é tão ruim, que não tenha um lado bom!
Me irrita tanto, mas tanto, MAS TANTO!
Essa gente que só sabe reclamar
Que não sabe que até um pingo de chuva faz feliz!
Se eu pudesse, eu mostraria
Se eu pudesse, eu faria!
Mas a minha própria felicidade já me ocupa muito tempo!
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10 de jun. de 2014
Trocar duas
Só duas
Talvez três palavras
No meio da tarde
Ainda assim
Lembrar das tuas sílabas
Dos teus segundos
Da tua pronúncia
De cada uma das tuas pausas
Te gravar no espaço entre os cílios e o fundo dos olhos
Donde surgem as lembranças mais bonitas
Trocar duas
Trocar duas
Só duas
Talvez três palavras
E meia
No meio da tarde
Na beirada da rua
Entre o sinaleiro e a calçada
Donde os carros buzinam
Buzinam!
1 de jun. de 2014
Luzes brilhantes, e suaves, quentes e fantasiosas... Olhar pra elas enquanto ouço tuas palavras roucas me fez levitar...
É injusto, me fazer revelar meu hino de adoração à sua imagem, me fazer corar por revelar o quanto gosto desse sorriso com os olhos apertados, um sorriso com o corpo todo, isso sim que é sorriso! E olha só, até perdi o fio da injustiça, fiquei na lembrança dessa tua barba fazendo desenhos na minha felicidade...
Me perdi, completamente, deliciosamente, cada vez mais profundamente... Mas não me observe, porque se ver o quanto estou perdida, pode se assustar, se culpar, se afastar, e eu ainda quero essa sua lareira interna bem perto de mim no inverno que está chegando...
Luzes! Nos meus olhos, nos teus dentes, nas nossas mãos juntas, na minha parede...
28 de mai. de 2014
Dançando no Furacão
"Não gosto de nada complicado." Foi o que eu ouvi... E nada mais apropriado, afinal, quem é que gosta de coisas complicadas? Descomplicar é o que estamos fazendo!
Devia saber como é confuso te ver sorrir e saber que é mérito meu, mesmo não podendo (ou não devendo) me gabar. Nem sabes como é bom e confuso. Não faz nem ideia do espaço que ocupa, e do bem que faz...
Sim, é fácil pensar assim, pensar que é só estalar os dedos e tudo vai embora, tudo isso aqui de dentro! Quem sabe realmente seja fácil, me basta tentar. Quem sabe aquela respiração ofegante, o carinho inesperado e as músicas novas desapareçam com o estalar de dedos que eu estou apenas esperando ter permissão pra dar. Se vai haver estrago ou se vai ser brilhante, não está no meu controle...
Mas eu não estou reclamando, entenda, estou apenas te deixando saber que o teu ritmo junto do meu acabou em uma música viciante!
E não é culpa minha se não encontro outra distração, eu estou ocupada demais sendo sua...
2 de abr. de 2014
Uma velha memória...
"Venha como você é, como estiver
Como quero que você seja
Como um amigo, como um amigo, como um velho inimigo
Não perca tempo, rapido
A escolha é sua, não se atrase
Descanse um pouco, como um amigo, como uma velha memória"
18 de mar. de 2014
Addicted 2
Me arrepia dos pés à cabeça, de um jeito que não devia. Mas não pare, porque agora eu estou querendo me perder, estou querendo sentir, estou querendo uma noite de sono pesada, depois de me cansar. Estou a fim de tirar os sons da tua garganta, tirar o suor da tua pele, tirar tudo de ruim aí de dentro. Sim, de ruim. De sujo. De pesado. De pervertido. De maluco. Não tenha medo, ou tenha. Quem sabe, talvez, numa dessas...
Grave
Vozes graves, tons graves, lembranças graves, futuros graves...
Será que é muito grave, doutor?
14 de mar. de 2014
Saudades de algo.
"As vezes eu abro o meu histórico de e-mails, e fico lendo as nossas conversas... Astronomia, nerdices, ufologia, Skyrim, indiretas, D&D, estudos, meus sonhos retardados... Dá até pra imaginar essa sua cara de maléfico rindo das minhas besteiras! E então eu não sei se te quero mais perto, ou se mais longe... Não sei se quero o meu bem, ou o teu..."
- Trecho de um livro com o qual eu me identifico.
- Trecho de um livro com o qual eu me identifico.
12 de mar. de 2014
Madness
"Não sei se ainda é cedo, ou se já é tarde demais, pra reagir... Não sei se fui na dele, ou se já estou voltando... Não sei como agir pra não parecer boba, mas ter alguém bobo comigo parece tão certo... Não sei ao certo a cor, nem onde pôr, nem a mão, nem o cabelo, nem o olhar... Não sei o que falar, não sei como respirar, não sei como andar, quando sinto esse tom grave dizendo 'oi', mas fecho os olhos do medo e quando vejo, as palavras, os suspiros e os passos já saíram... E por menos provável que pareça, faz par!"
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7 de nov. de 2013
Conversas
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