11 de jun. de 2014

Covarde!

Encara teus erros
Tuas responsabilidades
Vai aprender a ser homem!

O relógio não anda só pra ti
Essa praga está com todos
Essa, de gostar dos outros...

Palavras, palavras, palavras...

De nada vale um som sem um significado
Via sua boca mexendo
Mas os olhos não mostravam o mesmo

Agora se esconde, covarde!
Vai se banhar longamente
Nas lágrimas que tu mesmo derramaste
POR ORGULHO E VAIDADE!

Convidativo...

Sabe aquela porta?
Aquela janela?
Aquela abertura qualquer...

Você sabe me dizer
Se as cortinas que voam por ela
Indicam que está aberta?

Você sabe me dizer
Se isso é só o universo
Brincando comigo?

Ou será que finalmente chegou a minha vez?

10 de jun. de 2014

É...



Desabafo de hoje

Não sei se me condeno
Ou se me elogio
Ou se me enterro!

Não sei se fiz certo
Ou se nem fiz nada

Não sei porque não quero saber!


Tenho deixado muita coisa pra trás
Sem dar a importância que antes eu dava
Isso devia assustar?

Os sorrisos é que me atraem,
Não o drama desnecessário

Nada é tão ruim, que não tenha um lado bom!


Me irrita tanto, mas tanto, MAS TANTO!
Essa gente que só sabe reclamar
Que não sabe que até um pingo de chuva faz feliz!

Se eu pudesse, eu mostraria
Se eu pudesse, eu faria!

Mas a minha própria felicidade já me ocupa muito tempo!
Trocar duas 
Só duas 
Talvez três palavras 
No meio da tarde 
Ainda assim 
Lembrar das tuas sílabas 
Dos teus segundos 
Da tua pronúncia 
De cada uma das tuas pausas 
Te gravar no espaço entre os cílios e o fundo dos olhos 
Donde surgem as lembranças mais bonitas

Trocar duas 
Só duas 
Talvez três palavras 
E meia 
No meio da tarde 
Na beirada da rua 
Entre o sinaleiro e a calçada 
Donde os carros buzinam 
Buzinam!

1 de jun. de 2014

Luzes brilhantes, e suaves, quentes e fantasiosas... Olhar pra elas enquanto ouço tuas palavras roucas me fez levitar...

É injusto, me fazer revelar meu hino de adoração à sua imagem, me fazer corar por revelar o quanto gosto desse sorriso com os olhos apertados, um sorriso com o corpo todo, isso sim que é sorriso! E olha só, até perdi o fio da injustiça, fiquei na lembrança dessa tua barba fazendo desenhos na minha felicidade... 

Me perdi, completamente, deliciosamente, cada vez mais profundamente... Mas não me observe, porque se ver o quanto estou perdida, pode se assustar, se culpar, se afastar, e eu ainda quero essa sua lareira interna bem perto de mim no inverno que está chegando... 

Luzes! Nos meus olhos, nos teus dentes, nas nossas mãos juntas, na minha parede...